No reino do Espírito, a postura mais poderosa não é a da força, mas a da entrega. Os maiores guerreiros do reino não começam por confiar em si mesmos — compreendem que todo o valor que possuem é um dom de Deus e que as vitórias que conquistam são fruto de Deus
“Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos Céus.”
— Mateus 5:3 (RA)
Ser pobre de espírito significa aproximar-se de Deus com plena consciência da sua necessidade d’Ele. É uma postura que diz: "Não tenho o que é preciso sem Ti". Não é uma posição de auto-aversão ou insegurança, mas sim de total dependência de Deus— a compreensão de que tudo o que eu realizarei será unicamente por causa de quem Deus é e do que Ele me capacita a fazer.
É como quando Deus lhe abre os olhos para que veja a oposição demoníaca ou as lutas pessoais — não para o sobrecarregar, mas para o convidar a uma parceria através da oração. Mesmo assim, Ele vai à sua frente e faz com que ganhe a batalha. Nem sempre faz sentido. Pode parecer que Ele o está a chamar para lutar, mas, na verdade, Ele está a chamá-lo para O convidar para a luta.
Muitas pessoas presumem que a vitória virá pela sua própria força, mas esta mentalidade leva à exaustão e à derrota. A verdadeira vitória só vem da dependência de Deus. É por isso que muitos nunca alcançam uma vitória duradoura — ainda não aprenderam a confiar plenamente n’Ele.
Assim, hoje, mesmo obedecendo ao chamamento de Deus à oração, não o fazemos com as nossas próprias forças. Assumimos a posição dos pobres de espírito e dizemos:
“Senhor, o Senhor convidou-nos à oração, mas nós pedimos que o Senhor assuma o controlo. Seja o líder desta batalha. Vá à nossa frente. Lute por nós”.
Nascemos no meio de uma guerra espiritual, quer tenhamos consciência disso ou não. O inimigo avança sempre onde a justiça não encontra terreno. Mas Deus não nos chamou para lutar com as nossas próprias forças. Ele chamou-nos a permanecer, a mantermo-nos humildes diante d’Ele e a deixarmos que a Sua voz nos guiasse em cada batalha.
Ontem à noite, enquanto me preparava para o jejum de hoje, ouvi algo inesperado do Senhor. Ele disse: “Não jejuarás”. Fiquei surpreendido e pensei: “Mas Senhor, o Senhor não nos designou para jejuar hoje?”. Então Ele respondeu: “Há momentos em que deves confiar plenamente na Minha capacidade”.
Isso não significa que não vamos rezar hoje. Na verdade, vou enviar pedidos de oração e conduzir orações em horários específicos . Mas desta vez, o foco é diferente. Estamos a dizer: “Senhor, ajuda-nos a conhecer-Te. Ajuda-nos a permanecer em Ti”.
Repare, às vezes Deus mostra-nos batalhas e lutas — não para nos alarmar, mas para nos convidar a convidá-Lo a participar nessas batalhas. Por que razão Ele faz isso? Porque, desde o princípio, quando formou Adão, deu ao homem autoridade sobre a terra (Génesis 1:26-28). Como bom Pai, Deus vê o que nós passamos, mas respeita a autoridade que nos deu. Ele não a anulará. Ele espera que o convidemos a participar.
Ser pobre de espírito significa que não presumo saber o que Deus quer fazer — mesmo quando tenho as Escrituras para me apoiar. Aprendi que citar o versículo certo sem ouvir a voz fresca de Deus pode levar-me a uma arrogância espiritual. Posso rezar da maneira correta. Consigo dizer as palavras certas. Mas se não parar para Lhe perguntar primeiro, ter-me-ei afastado da fé e entrado na presunção.
Hoje oramos: Permanecendo pobres de espírito
Hoje, estamos a reservar tempo para orar, não por mera formalidade religiosa, mas sim com total confiança em Deus. Lembrem-se, Jesus disse:
“Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos Céus.” — Mateus 5:3 (NVI)
Ser pobre de espírito significa depender totalmente de Deus — reconhecer que sem Ele nada somos e nada podemos fazer de valor eterno. Por isso, hoje, com humildade e confiança, comparecemos perante Ele em oração.
🛐 Ponto de Oração 1: Convidar Deus para os Programas
Senhor, apresentamos-Vos o programa do dia 28 de junho em Pretória e o do dia 5 de julho no Botswana.
Reconhecemos que Tu ordenaste estes encontros. Tu abriste as portas. Tu colocaste isso nos nossos corações. Por isso, hoje, dizemos:
“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam.” — Salmo 127:1
Convidamos o Senhor a assumir o controlo total.
Sem o Senhor, os nossos esforços serão insuficientes.
Concede-nos a vitória, o sucesso, o impacto e os encontros divinos nestes acontecimentos —não pela nossa força, mas pelo Teu Espírito.
🛐 Ponto de Oração 2: Um Clamor Pessoal — Senhor, mantém-me pobre de espírito
Senhor, ajuda-me a permanecer sempre humilde de espírito — a nunca confiar na minha própria força, sabedoria ou experiência, mas a apoiar-me no que a Tua Palavra diz.
“O pão nosso de cada dia nos dai hoje.” — Mateus 6:11
“Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.” — Mateus 4:4
Assim como o maná era dado diariamente aos filhos de Israel , nós pedimos que nos dês a Palavra para hoje — a palavra que é fundamental para a estação em que estamos a entrar .
Senhor, não permitas que me mantenha firme pelas minhas próprias forças, mas ensina-me a manter-me firme pela força de Cristo Jesus.
“Sede fortes no Senhor e na força do seu poder.” — Efésios 6:10
🛐 Ponto de Oração 3: Convidar Deus para todas as áreas
Pai, hoje nós Te convidamos — não apenas para as nossas vidas pessoais, mas para as nossas:
Ministérios
Famílias
Planos
decisões financeiras
Casas
Igrejas
Nações
Onde houver necessidade, supra essa necessidade em nome de Jesus.
Onde houver fome, sacia essa fome com a Tua presença e a Tua verdade.
“O meu Deus suprirá todas as vossas necessidades, segundo as suas riquezas em glória, em Cristo Jesus.” — Filipenses 4:19
“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.” — Mateus 5:6
🔥 Os nossos horários de vigília de oração hoje:
Estaremos a rezar nos seguintes horários:
🕛 12h
🕒 15h
🕕 18h
Estarei a participar numa dessas transmissões ao vivo para orar convosco. Vamos permanecer ligados em espírito e elevar as nossas vozes como um só.
🧎🏾 Porque não estamos a jejuar hoje
O Senhor deixou claro: “Não jejuareis hoje”.
Por quê? Porque o jejum pode ser religioso e cegar alguns, fazendo com que, em vez de dependerem da força de Deus, dependam de si mesmos.
O jejum é uma ferramenta poderosa, mas quando se torna uma fórmula sem direção, perdemos o propósito.
“Obedecer é melhor do que sacrificar.” — 1 Samuel 15:22
Hoje, Deus chama-nos não a realizar feitos para Ele, mas a caminhar com Ele, a ouvir e a orar segundo a Sua voz. Por isso, estamos a dizer:
“Senhor, não estamos a jejuar para provar nada a ninguém. Estamos a rezar para Te conhecer.”
🙏 Declaração Final
Que o Senhor realize tudo o que deseja através destes programas, através das nossas vidas e através das nossas orações?
“Os propósitos do Senhor permanecerão.” —Provérbios 19:21